187 temas com resumos detalhados: definições, fatos-chave e questões de aula.
A seção «Medicamentos e Prescrição» é sua principal ferramenta de trabalho para estudar a farmacologia especial e se preparar para a emissão de receitas. Aqui estão reunidos os principais medicamentos dos quais depende o sucesso nas exames e na futura prática clínica.
O material abrange fármacos que afetam o sistema nervoso autônomo (atropina, epinefrina, neostigmina), medicamentos de ação central (diazepam, morfina, levodopa), bem como reguladores das funções do trato gastrointestinal (omeprazol, pancreatina) e do sistema respiratório (aminofilina, beclometasona). Analisamos de forma concisa e objetiva a farmacodinâmica e as regras de prescrição para cada um desses grupos.
Lembre-se: nas aulas práticas e nos exames, o que é cobrado com mais rigor são os mecanismos de ação, as indicações diretas e o preenchimento correto de formulários de receita para analgésicos narcóticos (morfina, tramadol), relaxantes musculares (suxametônio) e substâncias psicotrópicas. Estude atentamente as dosagens e as formas farmacêuticas — esta é a base da sua competência médica e da segurança do paciente.
Por que a atropina é ineficaz para eliminar o aumento do tônus da musculatura esquelética causado pela neostigmina?
A atropina é um bloqueador exclusivamente de receptores M-colinérgicos, enquanto o tônus da musculatura esquelética é regulado por meio de receptores N-colinérgicos, sobre os quais o medicamento não atua.
A qual grupo farmacológico pertence o aceclidina?
O aceclidina é um colinomimético de ação direta do tipo M. Ele estimula seletivamente os receptores colinérgicos muscarínicos, ao contrário dos colinomiméticos N (nicotina, citisina) e dos colinomiméticos mistos M,N (acetilcolina, carbacol).
Qual é o papel da cânfora na composição dos comprimidos «Aeron»?
A cânfora exerce um efeito tônico sobre o centro respiratório, compensando a ação depressora da escopolamina sobre a respiração.
A qual grupo farmacológico pertence a hexoprenalina?
A hexoprenalina pertence aos beta-2-agonistas adrenérgicos seletivos (fármacos que regulam as funções do sistema nervoso periférico).
Por que a pirenzepina é mais segura que a atropina no tratamento da úlcera péptica?
A pirenzepina bloqueia seletivamente os receptores M1, sem afetar os receptores M2 e M3. Isso evita os efeitos colaterais sistêmicos da atropina: taquicardia, midríase e paralisia da acomodação.
Por que o brometo de ipratrópio é considerado mais seguro que a atropina em inalações?
O ipratrópio é um composto de amônio quaternário hidrofílico. Ele é mal absorvido pelas mucosas e pelo trato gastrointestinal, agindo portanto localmente, sem causar os efeitos colaterais sistêmicos característicos da atropina.
Estude o tema completo no curso de «Farmacologia»
Aqui está um resumo. No curso, você encontra tudo o que é cobrado em aula e na prova.
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Exercícios e testes após cada tópico — como no colóquio
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