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Diagnóstico por imagem · Diagnóstico por imagem dos órgãos abdominais

Linfoma esplênico

*Splenic Lymphoma*

Linfoma esplênico é uma neoplasia maligna do órgão que requer uma abordagem abrangente no diagnóstico por imagem. Para identificar focos patológicos, utilizam-se ultrassonografia, tomografia computadorizada com contraste e PET/CT, sendo que os diferentes métodos possuem sensibilidades distintas.

Achado principalMúltiplos focos de lesão no parênquima
ImportanteA ultrassonografia e o PET/CT detectam mais focos do que a TC convencional
UltrassonografiaLesões heterogêneas com ecogenicidade reduzida
3 min de leituraPara estudantes de medicinaAtualizado em 25/09/2026
Material preparado por edição WhiteCoat Pro de acordo com os guias metodológicos da plataformaRevisado por médico editor: Aulov A. A., médico generalista · 24/09/2026

Aspecto de imagem no linfoma

O diagnóstico do linfoma esplênico baseia-se na detecção de alterações estruturais no parênquima do órgão. Dependendo do método de exame escolhido, visualizam-se as seguintes características:

  • Ultrassonografia (US): são detectadas múltiplas formações no tecido esplênico. Elas apresentam formato irregular, estrutura heterogênea e áreas com ecogenicidade reduzida (reduced echo reflectivity).
  • Tomografia computadorizada (TC): com o uso de meio de contraste (post-contrast CT), as lesões aparecem como formações discretamente heterogêneas, cuja densidade está diminuída (low-attenuation lesion) em comparação com o tecido normal.
  • PET/CT com 18F-FDG: os focos tumorais demonstram alta atividade metabólica, captando ativamente o radiofármaco (FDG avid).

Comparação dos métodos de imagem

A principal característica do diagnóstico por imagem do linfoma esplênico reside na sensibilidade variada dos métodos utilizados.

A prática demonstra que a ultrassonografia e a tomografia por emissão de pósitrons (PET/CT) são capazes de detectar um maior número de focos patológicos no órgão. A tomografia computadorizada (TC) tradicional, apesar do uso de contraste, pode deixar passar algumas lesões pequenas ou isodensas, tornando-se menos informativa na avaliação da extensão real do processo em comparação com os métodos combinados e ultrassonográficos.

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Quais são os diagnósticos diferenciais?

Ao identificar alterações focais ou difusas no baço, o linfoma deve ser diferenciado de várias outras patologias descritas no diagnóstico por imagem:

  • Metástases de melanoma: na TC em fase portal, também apresentam focos de baixa densidade, e na PET/CT captam FDG ativamente.
  • Sarcoidose: causa esplenomegalia (homogênea na TC sem contraste). Na fase tardia, visualizam-se nódulos de 2 a 3 cm com impregnação tardia discreta.
  • Amiloidose: pode ocorrer na forma nodular ou difusa. Caracteriza-se por diminuição da densidade na TC e alta probabilidade de ruptura do órgão devido à fragilidade vascular.
  • Hematopoiese extramedular: pode formar focos que mimetizam um tumor. O sinal na RM depende da "idade" do foco (ativos ou antigos).

Resumo: perguntas e respostas sobre o tema

Como diferenciar a hematopoiese extramedular do linfoma esplênico na ressonância magnética?

Não é possível diferenciar com segurança a hematopoiese extramedular da lesão linfomatosa do baço na RM, especialmente no linfoma infiltrativo, uma vez que o tecido normal e o tecido infiltrado pelo linfoma podem apresentar intensidade de sinal semelhante.

Em lesões focais:

CaracterísticaLesão linfomatosa do baçoHematopoiese extramedular
T1-WISinal levemente hipo-intensoSinal intermediário em focos ativos ou hipo-intenso em focos antigos
T1-weighted image (T1WI)Sinal hiperintensoSinal alto em focos ativos ou hipo-intenso em focos antigos
Impregnação pelo contrasteNas fontes citadas, as características de realce por contraste das lesões na RM não foram especificadasOs focos ativos captam contraste, enquanto os focos antigos podem não captá-lo

Questões de aulas e exames

Qual método identifica melhor o número de focos no linfoma esplênico?

A ultrassonografia e a PET/CT mostram um número maior de nódulos tumorais no parênquima esplênico em comparação com a tomografia computadorizada.

Qual é a aparência das lesões de linfoma na TC com contraste?

Eles são visualizados como formações discretamente heterogêneas de baixa densidade (low-attenuation lesions).

O linfoma esplênico capta contraste no PET/CT?

Sim, os focos de linfoma acumulam ativamente a fluorodesoxiglicose (18F-FDG), exibindo alta atividade metabólica.

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O que mais estudar sobre o tema

  • Aspecto na RM dos corpos de Gandy-Gamna na hipertensão portal
  • Diagnóstico da amiloidose esplênica e riscos de ruptura do órgão
  • Manifestações de hemossiderose na TC e na RM
  • Doença de Gaucher: sinais na RM do acúmulo de glicocerebrosídeos
  • Hematopoiese extramedular: diferenciação entre focos ativos e antigos na RM

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